A curvatura peniana, quando adquirida na vida adulta, é frequentemente causada pela Doença de Peyronie. Esta condição caracteriza-se pela formação de uma placa de tecido cicatricial (fibrose) sob a pele do pênis, o que pode causar curvatura acentuada, dor durante a ereção e, em casos mais graves, dificuldade ou impossibilidade de penetração.
Na Clínica UOMO, na Vila Mariana, o Dr. Gilton Cambuí (CRM 154235 SP | RQE 93894) oferece um diagnóstico preciso e as opções mais avançadas de tratamento, desde terapias clínicas até cirurgias reconstrutivas complexas.
O que causa a Doença de Peyronie?
Embora a causa exata ainda seja estudada, acredita-se que a doença resulte de microtraumas durante a atividade sexual. Esses pequenos ferimentos, ao cicatrizarem de forma anormal em homens com predisposição genética, formam uma "cicatriz" endurecida chamada placa.
Diferente da curvatura congênita (presente desde a juventude), o Peyronie surge subitamente e pode progredir se não for tratado adequadamente.
As Fases da Doença
O tratamento escolhido pelo Dr. Gilton depende da fase em que o paciente se encontra:
- Fase Inflamatória (Ativa): Ocorre no início (geralmente nos primeiros 6 a 12 meses). O pênis pode doer durante a ereção e a curvatura está começando a se formar ou mudar.
- Fase Estabilizada (Crônica): A dor desaparece, mas a curvatura torna-se fixa e a placa de fibrose endurece (podendo até calcificar). É nesta fase que as intervenções cirúrgicas são geralmente indicadas.
Opções de Tratamentos Clínicos (Fase Ativa)
O objetivo inicial é estabilizar a placa, reduzir a dor e tentar minimizar a progressão da curvatura.
- Medicamentos Orais: Utilizados para tentar modular a cicatrização e reduzir a inflamação.
- Terapia por Ondas de Choque (Extracorpórea): Excelente opção para o manejo da dor na fase inflamatória e para melhorar a vascularização local.
- Injeções Intralesionais: Aplicação de medicamentos diretamente na placa de fibrose para tentar "amolecer" o tecido cicatricial.
- Dispositivos de Tração Peniana: Podem ser recomendados como terapia auxiliar para ajudar a remodelar a curvatura e evitar a perda de comprimento do pênis.
Tratamentos Cirúrgicos (Fase Estabilizada)
Quando a curvatura impede a relação sexual ou causa grande impacto psicológico, a cirurgia é a solução definitiva. O Dr. Gilton Cambuí avalia cada caso para decidir a técnica ideal:
1. Técnica de Plicatura (Nesbit ou similares)
Indicada para curvaturas leves a moderadas em homens com bom comprimento peniano. Consiste em realizar pontos no lado oposto à curvatura para "endireitar" o pênis. É uma técnica segura e com recuperação rápida.
2. Cirurgia com Enxerto (Incisão ou Excisão da Placa)
Indicada para curvaturas graves (acima de 60 graus) ou quando há um "estreitamento" (efeito ampulheta). A placa é cortada ou removida e o espaço é preenchido com um tecido (enxerto) para devolver a anatomia correta sem reduzir o comprimento.
3. Implante de Prótese Peniana com Modelagem
Em casos onde o paciente apresenta Doença de Peyronie associada à Disfunção Erétil, a melhor opção costuma ser o implante de uma prótese. A prótese fornece a rigidez necessária, enquanto o cirurgião realiza a modelagem para corrigir a curvatura no mesmo procedimento.
Por que tratar com o Dr. Gilton Cambuí na Vila Mariana?
O tratamento da Doença de Peyronie exige um alto nível de especialização em Andrologia. Uma cirurgia mal planejada pode resultar em perda de sensibilidade ou encurtamento excessivo.
- Avaliação com Doppler: O Dr. Gilton utiliza o ultrassom Doppler com fármaco-indução para medir exatamente o grau da curvatura e a qualidade das ereções antes de qualquer decisão cirúrgica.
- Localização Premium: Atendimento na Clínica UOMO (Rua Domingos de Morais, N° 2187), com total infraestrutura para procedimentos e acompanhamento pós-operatório em São Paulo.
- Foco Funcional e Estético: O objetivo é devolver a função sexual preservando ao máximo a estética e o comprimento peniano.
Não ignore a mudança na anatomia do seu pênis
A Doença de Peyronie tem tratamento e, quanto mais cedo o diagnóstico for feito na fase ativa, melhores são as chances de preservação dos tecidos. Se você notou uma curvatura nova ou dor, agende uma consulta especializada.
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